Mensagens para refletir:

Lembre-se, um dia sem acidente passa despercebido, mas um dia com acidente, jamais será esquecido!
Eduquem as crianças hoje, para não precisar punir os homens amanhã!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Uma decisão do Conselho Federal de Medicina garantiu aos brasileiros um direito: de aceitar ou não, tratamentos nos casos de doença em fase terminal.

O doente pode registrar sua vontade no prontuário médico, no cartório ou indicar um representante para tomar a decisão, pode ser alguém da família. O médico que desrespeitar essa escolha pode ser punido com advertência e até a cassação do registro profissional. O Conselho Federal de Medicina entendeu que o paciente tem o livre arbítrio.
Comentarista da Rede Globo, Alexandre Garcia fala sobre o assunto:
 - "Livre arbítrio sobre a vida de que ele é titular. Essa é uma decisão humanitária e realista, que inclusive acaba com o faturamento altíssimo das UTIs. À espera de um milagre que a esperança faz prolongar uma paralisante expectativa das famílias, e que, no entanto, gera bons resultados nas tesourarias de hospitais.
Mesmo tendo certeza da condição terminal do paciente, hospitais mantêm o doente na UTI, com a concordância ou a indecisão da família, aumentando o sofrimento do paciente e a conta de quem vai pagar. E, muitas vezes, ocupando lugar de quem tem chances de se recuperar.
São decisões difíceis para os médicos e para a família, mas agora o paciente estando no uso de sua vontade e registrando expressamente essa vontade, pode abreviar o sofrimento de todos ante um desfecho inevitável.

Em outras palavras, o paciente pede que o deixem descansar em paz. Há muitos argumentos morais e religiosos em jogo, mas houve coragem de apontar quem dá a palavra final, deixando a natureza correr seu curso como em tempos em que não havia todos os recursos que existem em uma UTI. E a natureza pode correr seu curso no aconchego do ambiente doméstico, no leito de casa, cercado pela família e não isolado na redoma da UTI sem volta. Uma questão difícil, como é difícil toda despedida".
Fonte: G1 - Bom dia Brasil

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Saiba a diferença entre insalubridade e periculosidade.


O empregado que exerce atividade em condições insalubres ou perigosas tem direito a receber um pagamento adicional que varia entre 10% e 40% dependendo do grau de insalubridade e de 30% no caso de periculosidade, prevê a CLT.

Atividades laborais insalubres  são aquelas que expõem os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites legais permitidos e são classificados como de grau máximo, médio ou mínimo e o adicional é de 40%, 20% e 10%, respectivamente.
A lei considera atividades ou operações perigosas todas aquelas que, pela natureza ou métodos de trabalho, coloquem o trabalhador em contato permanente com explosivos, eletricidade, materiais ionizantes, substâncias radioativas ou materiais inflamáveis em condições de risco acentuado. Nesse caso o adicional é pago da seguinte forma: para quem trabalha com inflamáveis e explosivos é de 30% sobre o salário básico, excluídas gratificações, prêmios e participação nos lucros e para quem trabalha com eletricidade o adicional é de 30% sobre o salário recebido, desde que a permanência na área de risco  não seja eventual.

A caracterização da insalubridade e da periculosidade é feita por meio de perícia realizada por médico ou engenheiro do trabalho, segundo as normas do Ministério do Trabalho e Emprego MTE, (NRs15 e 16) e  o empregado não pode receber simultaneamente os dois adicionais, ele tem que optar por um ou por outro.

Para efeito jurídico uma atividade somente é reconhecida como insalubre ou perigosa quando incluída em relação baixada pelo (MTE).

Fonte: Blog do Trabalho

Por Maristela Leitão

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Jovem de 17 anos cai em silo e morre soterrado por arroz em Araranguá, SC.


Na manhã de terça-feira (28), um jovem de 17 anos morreu após cair em um silo de arroz, em Araranguá, no Sul de Santa Catarina. De acordo com os funcionários da cooperativa, Vanderlei Cristovão da Silva ajudava na remoção do arroz na parte interna do silo, que estava com 60% da capacidade de armazenamento.
Por volta das 8h eles notaram que a operação havia cessado e não encontraram o colega de trabalho. O Corpo dos Bombeiros Militar de Araranguá foi acionado e foram necessárias cerca de quatro horas para encontrar o corpo. "Ele estava efetuando um auxílio na sucção do arroz, caminhava ao redor ajudando o arroz cair em uma espécie de funil.
Provavelmente ele escorregou, e o arroz, apesar de ser compacto, quando a pessoa fornece uma força ao local, o ponto de apoio vai cedendo, a pessoa vai descendo e o arroz vai sobrepondo", afirma um dos bombeiros que auxilou no resgate.
Os tios do jovem, que não quiseram ter seus nomes revelados, disseram que ele trabalhava irregularmente no local há pelo menos um mês. O gerente da cooperativa não quis se pronunciar sobre o caso. A causa da morte foi por asfixia provocada pelo sufocamento devido à grande quantidade de arroz, o equivalente a aproximadamente 35 mil sacos.
O corpo de Vanderlei não pode ser liberado do Instituto Médico Legal (IML) por falta de documentação. Segundo a família, o jovem ainda não possuia carteira de identidade, nem certidão de nascimento.
Fonte: Do G1 SC com informações da RBS TV

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Perda auditiva: causas, tipos e prevenção


A audição influencia diretamente na qualidade da vida cotidiana, mas não somente daqueles que possuem uma perda auditiva. As pessoas com quem elas convivem também são afetadas. Cuidar dos ouvidos é tão importante quanto qualquer exame de rotina. Poucos sabem desta necessidade, mas as estatísticas preocupam.
De acordo com o Censo 2010, divulgado recentemente pelo IBGE, o número de pessoas com deficiência auditiva totalizou 9.717.318. A estimativa há dez anos era de pelo menos 16 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e, entre elas, apenas 3,5% referiram um problema auditivo. Ou seja, em 2000, o número de pessoas com perda auditiva era de aproximadamente 6 milhões, para quase 10 milhões hoje.

O estilo de vida atual contribui para a formação de um exército de surdos. Uso constante de fones de ouvido, barulho de obras, música no carro, trânsito, celulares e os ruídos constantes de grandes cidades são altamente prejudiciais à saúde auditiva. “Como estamos cada vez mais conectados, a audição está recebendo estímulo o tempo todo, o que pode ser nocivo se não estivermos atentos a alguns cuidados”, explica Marilisa Zavagli, fonoaudióloga da Phonak.

Um agravante é o fato de a perda auditiva ser irreversível e, em média, as pessoas levarem sete anos entre detectar o problema e iniciar tratamento. “Infelizmente, os prejuízos não se limitam à audição, mas à saúde em geral, com o desenvolvimento de doenças como estresse e depressão”, diz Marilisa.

Tipos de perda auditiva
Entre os dois extremos de se ouvir bem e não se ouvir nada, existem vários graus de comprometimento. As imagens ao lado ilustram os níveis da perda auditiva por meio da diminuição do brilho e da cor.
 
1 - Perda auditiva leve: incapacidade de ouvir sons menos intensos e dificuldade para ouvir em ambiente ruidoso.

2- Perda auditiva moderada: incapacidade de ouvir sons menos intensos e de intensidade moderada, dificuldade considerável em entender a fala, especialmente na presença de ruído de fundo.

3- Perda auditiva severa: incapacidade de ouvir a maioria dos sons. Os falantes precisam aumentar a intensidade de voz para que os ouçam. As conversas em grupo são possíveis, mas somente com considerável esforço.

4- Perda auditiva profunda: Alguns sons muito intensos são audíveis, mas a comunicação sem aparelhos auditivos ou linguagem de sinais é muito difícil.
 
De acordo com Marilisa, a maioria das perdas auditivas da população se concentra na leve e moderada. A especialista dá uma dica importante para quem suspeita que alguém próximo esteja com problemas de audição: “pessoas com perda auditiva geralmente não conseguem explicar como isso os afeta, ou o que eles conseguem ou não ouvir”, afirma. “Por isso, o ideal é que a população faça o exame de audiometria anualmente, por prevenção“, finaliza a fonoaudióloga. (stellak@adsbrasil.com.br)

Fonte: Paran@Shop

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Delegacia de Meleiro é arrombada e queimada


Na noite de quarta-feira a delegacia de Meleiro foi incendiada. A casa alugada situada na rua Francisco Canela, 231, no centro da cidade, ao lado da Apae e próxima ao pavilhão do Arroz, foi queimada e ficou apenas com as paredes e parte do telhado em pé. O incêndio ocorreu pouco antes da meia-noite.

O delegado responsável pela comarca, André Gazzoni Coltro, imediatamente começou a tentar resolver os dois problemas que sobraram. Encontrar o responsável pelo incêndio e um novo local para abrigar a delegacia.  Por enquanto a solução deve ser ocupar o mesmo espaço da Polícia Militar, já colocado a disposição pelo comando geral.   Para a outra empreitada, achar o criminoso,  Coltro precisará do apoio do Instituto Geral de Perícias (IGP) que esteve no local e constatou que o fogo foi provocado por alguém.  Antes a pessoa arrombou a delegacia e mexeu em papéis e computadores. Ontem pela manhã ele estava atrás de alguns suspeitos e seus álibis. "A população sai prejudicada porque temporariamente fica a impossibilidade de fazer registros de ocorrências, e compromete o trabalho de trânsito, vistorias e alvarás. Todo o mobiliário foi perdido e os documentos também, mas eles podem ser impressos novamente, pois permanecem arquivados em um servidor central da polícia", explica. 

Em dois anos, esta é a terceira ocorrência cometida contra a delegacia. A cerca de um ano houve um arrombamento.  Em agosto do ano passado, quando os servidores chegaram para trabalhar encontraram a delegacia arrombada. A janela da cozinha havia sido estourada com uma pedra e por ela os ladrões entraram. O que chamava a atenção é que nada foi levado, apesar da cozinha contar com micro-ondas e cafeteira. DVDs piratas que haviam sido apreendidos de comerciantes chegaram a ser postos em uma sacola, mas depois deixados. O ato foi considerado vandalismo de adolescentes. Durante a passagem do furacão Catarina, em 2004, a delegacia foi destruída e o estado alugou uma casa para poder atender a população. Desde então, apesar do município já ter cedido um terreno para a construção do prédio próprio, a obra não sai. Outra situação preocupante é que apesar de Meleiro ser comarca, não conta com delegado próprio e uma equipe de investigação. Hoje o delegado responsável por Turvo precisa atender a cidade vizinha também.

Loreda Pagnan Pereira é a proprietária do imóvel onde estava funcionando a delegacia. Por volta das 9 horas ela foi avisada do incêndio por uma irmã e veio de Criciúma, onde mora, ver o que havia acontecido. Ao chegar se deparou com um estrago muito maior do que esperava. Loreda conta que a casa foi adquirida pelo falecido marido e que a administra para aluguel, sendo que o contrato de R$ 600,00 está assinado até o final do ano. "Sou doente. Tenho depressão, pressão alta, e não trabalho. Vivo desta renda e a do meu atual marido. Fiquei emocionada ao ver minha casa nesta situação. Mas Deus é bom e vai me ajudar a superar", disse. Seu Bépo mora bem próximo a delegacia, na rua Francisco Canela. Pouco antes da meia noite lembra que a família ouviu barulhos e em princípio achou que eram tiros. Quando tomaram coragem de sair a rua viu a delegacia em chamas em um cômodo da frente. Segundo ele o fogo se alastrou rápido e a família além do susto ficou com medo de que as labaredas chegassem até a casa.
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