Mensagens para refletir:

Lembre-se, um dia sem acidente passa despercebido, mas um dia com acidente, jamais será esquecido!
Eduquem as crianças hoje, para não precisar punir os homens amanhã!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Perda auditiva: causas, tipos e prevenção


A audição influencia diretamente na qualidade da vida cotidiana, mas não somente daqueles que possuem uma perda auditiva. As pessoas com quem elas convivem também são afetadas. Cuidar dos ouvidos é tão importante quanto qualquer exame de rotina. Poucos sabem desta necessidade, mas as estatísticas preocupam.
De acordo com o Censo 2010, divulgado recentemente pelo IBGE, o número de pessoas com deficiência auditiva totalizou 9.717.318. A estimativa há dez anos era de pelo menos 16 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e, entre elas, apenas 3,5% referiram um problema auditivo. Ou seja, em 2000, o número de pessoas com perda auditiva era de aproximadamente 6 milhões, para quase 10 milhões hoje.

O estilo de vida atual contribui para a formação de um exército de surdos. Uso constante de fones de ouvido, barulho de obras, música no carro, trânsito, celulares e os ruídos constantes de grandes cidades são altamente prejudiciais à saúde auditiva. “Como estamos cada vez mais conectados, a audição está recebendo estímulo o tempo todo, o que pode ser nocivo se não estivermos atentos a alguns cuidados”, explica Marilisa Zavagli, fonoaudióloga da Phonak.

Um agravante é o fato de a perda auditiva ser irreversível e, em média, as pessoas levarem sete anos entre detectar o problema e iniciar tratamento. “Infelizmente, os prejuízos não se limitam à audição, mas à saúde em geral, com o desenvolvimento de doenças como estresse e depressão”, diz Marilisa.

Tipos de perda auditiva
Entre os dois extremos de se ouvir bem e não se ouvir nada, existem vários graus de comprometimento. As imagens ao lado ilustram os níveis da perda auditiva por meio da diminuição do brilho e da cor.
 
1 - Perda auditiva leve: incapacidade de ouvir sons menos intensos e dificuldade para ouvir em ambiente ruidoso.

2- Perda auditiva moderada: incapacidade de ouvir sons menos intensos e de intensidade moderada, dificuldade considerável em entender a fala, especialmente na presença de ruído de fundo.

3- Perda auditiva severa: incapacidade de ouvir a maioria dos sons. Os falantes precisam aumentar a intensidade de voz para que os ouçam. As conversas em grupo são possíveis, mas somente com considerável esforço.

4- Perda auditiva profunda: Alguns sons muito intensos são audíveis, mas a comunicação sem aparelhos auditivos ou linguagem de sinais é muito difícil.
 
De acordo com Marilisa, a maioria das perdas auditivas da população se concentra na leve e moderada. A especialista dá uma dica importante para quem suspeita que alguém próximo esteja com problemas de audição: “pessoas com perda auditiva geralmente não conseguem explicar como isso os afeta, ou o que eles conseguem ou não ouvir”, afirma. “Por isso, o ideal é que a população faça o exame de audiometria anualmente, por prevenção“, finaliza a fonoaudióloga. (stellak@adsbrasil.com.br)

Fonte: Paran@Shop

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Delegacia de Meleiro é arrombada e queimada


Na noite de quarta-feira a delegacia de Meleiro foi incendiada. A casa alugada situada na rua Francisco Canela, 231, no centro da cidade, ao lado da Apae e próxima ao pavilhão do Arroz, foi queimada e ficou apenas com as paredes e parte do telhado em pé. O incêndio ocorreu pouco antes da meia-noite.

O delegado responsável pela comarca, André Gazzoni Coltro, imediatamente começou a tentar resolver os dois problemas que sobraram. Encontrar o responsável pelo incêndio e um novo local para abrigar a delegacia.  Por enquanto a solução deve ser ocupar o mesmo espaço da Polícia Militar, já colocado a disposição pelo comando geral.   Para a outra empreitada, achar o criminoso,  Coltro precisará do apoio do Instituto Geral de Perícias (IGP) que esteve no local e constatou que o fogo foi provocado por alguém.  Antes a pessoa arrombou a delegacia e mexeu em papéis e computadores. Ontem pela manhã ele estava atrás de alguns suspeitos e seus álibis. "A população sai prejudicada porque temporariamente fica a impossibilidade de fazer registros de ocorrências, e compromete o trabalho de trânsito, vistorias e alvarás. Todo o mobiliário foi perdido e os documentos também, mas eles podem ser impressos novamente, pois permanecem arquivados em um servidor central da polícia", explica. 

Em dois anos, esta é a terceira ocorrência cometida contra a delegacia. A cerca de um ano houve um arrombamento.  Em agosto do ano passado, quando os servidores chegaram para trabalhar encontraram a delegacia arrombada. A janela da cozinha havia sido estourada com uma pedra e por ela os ladrões entraram. O que chamava a atenção é que nada foi levado, apesar da cozinha contar com micro-ondas e cafeteira. DVDs piratas que haviam sido apreendidos de comerciantes chegaram a ser postos em uma sacola, mas depois deixados. O ato foi considerado vandalismo de adolescentes. Durante a passagem do furacão Catarina, em 2004, a delegacia foi destruída e o estado alugou uma casa para poder atender a população. Desde então, apesar do município já ter cedido um terreno para a construção do prédio próprio, a obra não sai. Outra situação preocupante é que apesar de Meleiro ser comarca, não conta com delegado próprio e uma equipe de investigação. Hoje o delegado responsável por Turvo precisa atender a cidade vizinha também.

Loreda Pagnan Pereira é a proprietária do imóvel onde estava funcionando a delegacia. Por volta das 9 horas ela foi avisada do incêndio por uma irmã e veio de Criciúma, onde mora, ver o que havia acontecido. Ao chegar se deparou com um estrago muito maior do que esperava. Loreda conta que a casa foi adquirida pelo falecido marido e que a administra para aluguel, sendo que o contrato de R$ 600,00 está assinado até o final do ano. "Sou doente. Tenho depressão, pressão alta, e não trabalho. Vivo desta renda e a do meu atual marido. Fiquei emocionada ao ver minha casa nesta situação. Mas Deus é bom e vai me ajudar a superar", disse. Seu Bépo mora bem próximo a delegacia, na rua Francisco Canela. Pouco antes da meia noite lembra que a família ouviu barulhos e em princípio achou que eram tiros. Quando tomaram coragem de sair a rua viu a delegacia em chamas em um cômodo da frente. Segundo ele o fogo se alastrou rápido e a família além do susto ficou com medo de que as labaredas chegassem até a casa.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Metalúrgicos da Pagé em Araranguá, também estão em greve.


Imagem NotíciaOs cerca de 500 trabalhadores da Metalúrgica Pagé, de Araranguá, estão em greve.  Eles cruzaram os braços às 7horas de ontem, quando deveriam começar o expediente, e segundo informou o Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos da região devem continuar parados até que as reivindicações sejam atendidas. Os funcionários rejeitaram a proposta do Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas (Sindmaq) de 7% de aumento para todos, sendo 4.9% de INPC, 2.1% de ganho real e R$ 340,00 de abono. A categoria reivindicam 14, 9% entre inflação e ganho real. "Estamos negociando desde maio e esse percentual foi o máximo oferecido. A categoria está descontente e quer índice maior, acatamos a decisão dos trabalhadores", disse o vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Criciúma e região (Sinmetal), José Machado.  
Segundo ele, a Pagé é a maior empresa metalúrgica da região e deverá permanecer em greve até que as negociações avancem. A primeira empresa onde aos metalúrgicos cruzaram os braços foi a Industrial Conventos de Criciúma (Icon). A votação secreta de paralisação foi aprovada na terceira assembleia realizada na última sexta-feira.São seis as maiores metalúrgicas na região, abrangendo Criciúma, Cocal do Sul e Araranguá. No total 850 trabalhadores estão paralisados. José afirma que eles não abrem mão de um índice melhor, pois produziram e geraram lucros as empresas. A última greve do setor foi em 2010. 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Viúva terá de dividir pensão do marido com a amante, decide juiz.

O juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública de Goiás, Ary Queiroz, decidiu que uma viúva de um funcionário público do estado terá de dividir a pensão que recebe com a amante do falecido marido. A "outra" entrou na Justiça para ter direito ao benefício. Cabe recurso da decisão.

A amante apresentou fotos e documentos para provar a relação extraconjugal, que durou 15 anos e terminou em 1994, quando o funcionário público morreu. A reclamante também incluiu no processo o exame de DNA da filha que os dois tiveram juntos. Foram quatro anos de espera pela decisão.

A viúva já dividia o dinheiro com a filha, que o marido teve fora do casamento. Agora, o juiz determinou que a amante seja incluída no pagamento da pensão. Ele alegou que, apesar de não existir uma lei que reconheça claramente os direitos "da outra", ficou provada durante o processo a relação extraconjugal. 

sábado, 18 de agosto de 2012

Operário tem cabeça perfurada por vergalhão e sobrevive sem sequelas.

Quem vê o caso do operário Eduardo Leite, de 24 anos, que sobreviveu sem sequelas após ser atingido no crânio por uma barra de ferro de dois metros de comprimento, enquanto trabalhava em uma obra na zona sul do Rio, na quarta-feira (15), pensa que se trata de um milagre. Mas a medicina explica o que aconteceu com o jovem, que não perdeu a consciência em nenhum momento.Segundo o chefe do serviço de neurocurgia do Hospital Municipal Miguel Couto, Ruy Monteiro, que operou o rapaz, o vergalhão ficou alojado na parte frontal do cérebro, entre a área que coordena o comportamento e as emoções e a região dos movimentos e da coordenação motora.
Caso o objeto estivesse 1 centímetro mais para trás, Eduardo poderia teria ficado com o lado esquerdo paralisado. Um pouco mais, e não mexeria os braços e as pernas. Também poderia haver perda da sensibilidade e da percepção de temperatura. Além disso, se a barra tivesse entrado 1 centímetro para a direita, o operário teria perdido um olho. A sorte é que nenhuma estrutura importante de veias e artérias foi prejudicada.
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